sábado, 10 de novembro de 2012

I ENBLOGUE - Encontro Nacional de Blogueiros Evangélicos


 ATENÇÃO BLOGUEIROS EVANGÉLICOS ! 

 A UBE - União de Blogueiros Evangélicos realizará Encontro Nacional na Paraíba 

Com realização entre os dias 06 e 12 de fevereiro de 2013, acontecerá em Campina Grande-PB a 15ª edição da Consciência Cristã, que terá como tema central a passagem escrita em Romanos 12.2a- "E não vos Conformeis com este Mundo".

Durante o Encontro acontecerão vários eventos paralelos que proporcionarão aos participantes uma programação ampla e diversificada. Em parceria com a UBE- União de Blogueiros Evangélicos- a VINACC anuncia que um destes eventos paralelos será o I ENBLOGUE- Encontro Nacional de Blogueiros Evangélicos, que receberá os seguintes preletores: Pr. Renato Vargens (ICNA/RJ), Drª. Norma Braga (IPB/CE), Pr. Carlos Roberto da Silva (AD/SP), Pr. Altair Germano (AD/PE), Valmir Nascimento (AD/MT) e Vinicius Pimentel (Voltemos ao Evangelho/SP).

Maiores informações:
Site da VINACC


Fonte: Site da Consciência Cristã

Postado por: Pb. Charles Dantas Lima

domingo, 2 de setembro de 2012

Nick Cruz conta com foi sua conversão através do Pr David Wilkerson

Paz e Graça do Senhor Jesus Cristo a todos vocês !


Venho trazer este testemunho em vídeo sobre a conversão de um temido líder de gangues de Nova Iorque - EUA através de um homem que buscava respirar Deus em sua vida, Pr David Wilkerson.

Eu já havia lido o livro A Cruz e o Punhal, e fiquei fascinado pela história dessa conversão e como Deus usou o Pr David Wilkerson para salvar a vida de Nick Cruz. E agora temos a oportunidade valiosa de ver este vídeo com o maravilhoso e emocionante testemunho do próprio Nick Cruz.

Emocionante !!! Não deixem de assistir !


(Pb. Charles Dantas Lima)


Nick Cruz, o mais violento líder de uma gang de Nova Iorque, conta como foi sua conversão através do Pr David Wilkerson.


Nicky Cruz foi o líder da famigerada gangue "The Mau-Maus" de Nova Iorque. 
Era caracterizado como uma pessoa muito incontrolável, que não tinha medo de nada nem de ninguém. Sua infância foi muito perturbadora, vivendo em um dos piores bairros de Porto Rico sempre se envolvia em confusão. Sua própria mãe o chamava de "Filho de Satã".

Nicky também não era um adolescente fácil e rapidamente fugiu, indo morar nas ruas.

Em Nova York havia muitas gangues de rua. As gangues eram espécies de grupos comandados por um presidente e o vice. Também havia os conselheiros de guerra, eles negociavam as brigas: Local,dia e hora. Suas brigas eram violentas, usavam desde tacos de beisebol, porretes, canivetes, correntes de bicicleta e etc. Muitos saíam deformados das brigas, já outros nem tinham chance de chegar ao hospital. Nicky, ouvindo falar dessas gangues, se interessou, assim entrou para uma gangue denominada os "Mau Maus". Nick era respeitado pelos seus colegas de gangue, conhecido como o mais bravo e forte nas brigas e rapidamente se tornou o líder desta gangue.

Imagens retirados do DVD do filme "Cruz e o Punhal"




"Eu creio que todo ministério verdadeiro nasce de uma intimidade com Deus." 
[Pr. David Wilkerson - (1931 - 2011)]


"Que possamos ser mais íntimos de Deus, para que vidas perdidas como a de Nick Cruz sejam salvas pelo poder da Pregação do Evangelho de Cristo Jesus."
(Pb. Charles Dantas R. Lima)

domingo, 3 de junho de 2012

Filme contará História de Lutadores Evangélicos de MMA


Octógono de Luta MMA (Artes Marciais Mistas)

Nos Estados Unidos uma produtora independente resolveu fazer um filme contando a história de evangélicos lutadores de MMA (Mixed Martial Arts), em formato de documentário, a produção mostra como é expressiva a participação de cristãos no esporte e também o aumento da quantidade de adeptos nos últimos anos. O filme se chamará “Fight Church”, ou Igreja da Luta, em português.

Os produtores do filme ainda buscam financiamento para finalizar o trabalho, que trará mais de duas horas mostrando os bastidores do mundo dos combates entrelaçados à fé cristã.

“Nosso objetivo é apresentar esses personagens incrivelmente provocantes em busca de seus objetivos. Vamos pedir que o público chegue às suas próprias conclusões sobre a possível conexão entre a religião e a violência, bem como explorar a fama crescente do MMA nos EUA e discutir o impacto do cristianismo em nossa sociedade pós-moderna”, explanou Daniel Junge, diretor do filme.

Junge começou a se interessar pelo assunto quando conheceu Paul Burress, um lutador de MMA e também pastor evangélico, ele se tornou amigo de Paul e com o tempo descobriu haver vários lutadores que são cristãos, inclusive participando do UFC (Utmate Fighting Championchip), que é a maior organização de MMA do mundo. Ele ainda descobriu “ministérios de luta” surgindo nas igrejas, com promoção de lutas nos próprios templos.

O diretor relata, “Depois de conhecer Paul e passar tempo com ele, percebi que ele realmente era sincero em sua fé. Ele ama a Deus e ama as pessoas. Eu ainda não tenho certeza se eu concordo com os aspectos morais envolvidos nisso tudo. Honestamente, eu não tenho certeza se Deus tem uma opinião clara sobre a luta organizada. Acho que ele tem coisas maiores e mais importante para lidar. Pode até não ser uma questão moral. Isso é o que eu estou tentando explorar no documentário”.

Fonte: Gospel+

Por: Valder Damasceno em 31 de maio de 2012

Publicado por: Pb. Charles Dantas Lima

Igrejas evangélicas preparam projetos de evangelismo para a Copa do Mundo de 2014


No ano de 2014 o Brasil vai sediar um dos maiores eventos esportivos do mundo, a Copa do Mundo de Futebol. Para receber o evento, muitas iniciativas públicas e empresariais estão se iniciando no país. Entre as muitas iniciativas estão sendo feitos investimentos em obras de transporte, acomodação, treinamentos de pessoas para atender a demanda turística em todo o país.

Com olhos do mundo inteiro voltados para o país, as igrejas evangélicas também estão se preparando para lançar seus projetos para a época do evento. Para tal foi discutido na câmara dos deputados o projeto “AD na Copa 2014”, que tem o objetivo de evangelizar em todo território nacional e mostrar aos turistas e torcedores o perigo das drogas químicas, do alcoolismo, da prostituição e da violência.

Na ocasião, José Welington Ferreira da Costa, que é presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), se reuniu com a Frente Parlamentar Evangélica para discutir sobre projetos de evangelização que acontecerão durante a Copa do Mundo.

O presidente da EMBRATUR, Dr. Flávio Dino, foi um dos convidados que participou da reunião, e afirmou: “As oportunidades são muitas e únicas, turistas de cerca de 200 países visitarão o Brasil na ocasião, 20 mil jornalistas do mundo todo, já estão credenciados e se concentrarão no Rio de Janeiro”, segundo site Palavras que Dão Vida.

A Associação de Missionários Mantenedores da Evangelização – AMME, também está divulgando projetos nesse sentido, e o pastor Raul Cavalcante, que preside a Assembleia de Deus em Imperatriz, no Maranhão, acredita que a copa de 2014 é uma dessas oportunidades únicas que será dada à Igreja brasileira.

Fonte: Gospel+


Por Dan Martins em 3 de junho de 2012


Publicado por  Pb. Charles Dantas Lima

terça-feira, 10 de abril de 2012

Vencendo a luta contra o CRACK (DROGAS)

O crack é uma droga ilícita que vem destruindo vidas e famílias, e na vida do Péricles Dantas R. Lima tudo indicava que iria ser da mesma forma. A dependência química atinge toda a família, ninguém deseja que um filho(a), irmão(ã) , pai, mãe, sobrinho(a) ou tio(a), seja qual for o grau de parentesco, ou até mesmo um vizinho tenham sua vida atingida por essa epidemia infernal.

Sra Joana Darc Dantas e o filho Péricles Dantas 
Vendo o sofrimento de minha mãe com meu irmão caçula (Péricles), procurei diversos centros de recuperação para dependentes. Meu irmão passou por vários, até este último em Santa Cruz de Capibaribe-PE e Caruaru-PE, o Desafio Jovem - Mudança de Vida, que é dirigido pelos Missionários Pr. Benildo e sua esposa Missionária Neide. Também passou antes por alguns Centros de Recuperação de Dependentes Químicos existentes aqui na Paraíba. A batalha com o Péricles foi acirrada, mais de 10 anos, para ser mais preciso, em torno de 15 a 17 anos ele passou usando drogas. Minha mãe chegou a ir em bocas de consumo de drogas (bocas de fumo) para buscar meu irmão, lugares extremamente perigosos. Também sofremos por várias vezes o roubo de pequenos objetos, celulares, câmeras, DVD's, Som, Tvs, .. até butijão de gás, nem falo que já foi necessário perdermos o financiamento do carro para pagarmos dívidas com traficantes para ele não morrer, é verdade, perdemos um carro, mas ganhamos a vida de meu irmão. E presencie várias vezes em finais de semana ele deixar de sair com sua filha para mergulhar no mundo das drogas.  Segundo o próprio Péricles, ele usou vários tipos de drogas, chegou a enumerar 15.   Bem, é uma história longa mas enfim, meu irmão tem uma filha, Rayja de 12 anos, fruto de uma vida inconsequente nas drogas mas que se tornou uma benção em nossas vidas, é quem fica mais próxima de minha mãe, que além disso tem problemas de saúde. 
Hoje Péricles está recuperado, passou pelo período previsto pela casa de recuperação (Desafio Jovem - Mudança de Vida) para vencer a principal fase, e não fomos nós, e sim Deus, que fez isso, pois nem mesmo nós acreditávamos mais no milagre, é a do que a Bíblia afirma, de que quando pensamos que somos fracos, é aí que somos fortes, pois é o poder de Deus quem vai atuar nesse momento.
E em um dia, em que não esperávamos novidades a não ser mais uma vez ele buscando drogas, e depois de usar tanta droga, ele chegou em casa implorando que o internasse em um Centro de Recuperação. Ele estava chorando, nunca tinha solicitado isso antes, nunca tinha partido dele a iniciativa de internamento, e implorando as lágrimas e afirmando que de outra forma as drogas o mataria. 
Sinceramente, foi minha última força, eu não acreditava mais, depois de tantas mentiras, várias vezes ele entrou e saiu de tratamentos antes do prazo determinado pelos Coordenadores dos Centros de Recuperação. Foi muito difícil crer nesse milagre, mas como tínhamos uma fé como a de um grão de mostarda, era só o que Deus solicitava para operar tamanha benção, e nesse último cumpriu tudo, e ainda nos meses finais ajudou muitos outros dependentes recem chegados a permanecerem, atuou até como monitor na casa.  Digo sem nenhum receio de exagero, é uma vitória muito grande, indescritível, quem consegue vencer o crack e a família que consegue permanecer ao lado em todo tempo. Digo por que em diversas casas de recuperação que estive, em algumas tristes oportunidades, acompanhei vários relatos de dependentes (internos) que estavam só nessa luta, que nenhum parente comparecia para visitar ou dar alguma forma de apoio, desacreditados depois de muitas tentativas e mentiras. Como eu disse no início, as drogas atinge toda a família, e muitas vezes de forma cruel, muito cruel.

Péricles é um vencedor, em um campo onde há milhares que almejam vencer e não estão conseguindo. Amo meu irmão e estou orgulhoso da vitória dele, a família inteira está, melhor dizendo, Pai, mãe, Irmãos, Filha, Sobrinhas, noras e avós.

Péricles Dantas é um milagre de Deus, e agradecemos ao nosso Jeová Jireh pela providência, também aos instrumentos de Deus, Pr Benildo e Missionária Neide do Desafio Jovem - Mudança de Vida em Caruaru-PE

A seguir deixo um trecho de uma entrevista concedida pelo Péricles Dantas, pela mãe dele (Joana Darc Dantas) e por mim (irmão) Charles Dantas Lima para as Redes de Televisão TV Paraíba e Tv Cabo Branco, filiadas a Rede Globo, em matéria da Campanha contra o Crack (O Crack nunca Dorme) de iniciativa das próprias Redes TVs acima citadas.

Entrevista com Péricles Dantas
http://g1.globo.com/videos/paraiba/bom-dia-pb/t/edicoes/v/depoimento-de-um-ex-dependente-de-crack-de-campina-grande/1896555/

Entrevista com a Mãe (Joana Darc Dantas)
http://g1.globo.com/videos/paraiba/bom-dia-pb/t/edicoes/v/mae-de-ex-dependente-de-crack-fala-da-importancia-do-apoio-da-familia-no-combate-ao-vicio/1898237/

Entrevista com o Irmão (Pb. Charles Dantas Lima)
http://g1.globo.com/videos/paraiba/bom-dia-pb/t/edicoes/v/veja-o-depoimento-do-irmao-de-um-ex-viciado-em-crack/1900058/






Por: Sem. Charles Dantas R. Lima - Blog Forme & Informe Paraíba

segunda-feira, 26 de março de 2012

Shopping Center Facebook

A maior Rede Social do mundo está se transformando em plataforma de compras. Conheça o f-commerce

SÃO PAULO – Quando Arthur Moraes abriu a Della Santa, loja online de roupas e acessórios femininos, com sua esposa Natalie, sua irmã e seu genro, Patrícia e André Mahon, em janeiro, o retorno financeiro não foi o que esperavam. Começaram, então, divulgar a loja nas redes sociais.


“Aí viralizou! O site passou a ter mais de 2 mil acessos simultâneos e nossa página vivia caindo”, conta Arthur. Para manter o site operacional, eles teriam de gastar muito mais com servidor e hospedagem. Foi aí, há menos de duas semanas, que eles decidiram mergulhar mais fundo no aspecto social e migraram a loja inteira para o Facebook. Todas as vendas passaram a ser feitas dentro da rede social, o que impulsionou ainda mais o faturamento. A Della Santa havia entrado no mundo do f-commerce.

Uma realidade já estabelecida no Estados Unidos desde o ano passado, o social commerce (comércio eletrônico integrado a redes sociais) e, especialmente o f-commerce, começa a fortalecer agora no Brasil, com os pequenos lojistas – e não apenas varejistas já estabelecidos – criando suas vitrines virtuais. Estima-se que o social commerce tenha movimentado US$ 1,2 bilhão nos Estados Unidos até o fim de 2011.

Para entrar nesse mercado, a Della Santa instalou em sua página do Facebook o aplicativo LikeStore, que permite que qualquer pessoa crie gratuitamente sua loja virtual dentro da rede.

Com ele instalado, Arthur começou a perceber em seu empreendimento familiar o que Ludovino Lopes, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e Net), aponta como grandes benefícios de operar dentro de uma rede social: maior confiança do usuário, que não sai de seu ambiente conhecido nem para efetuar o pagamento, e marketing espontâneo criado pelos compartilhamentos de informação dentro de um sistema como o do Facebook.

Também creditando que o poder de alcance de um gigante como o Facebook pode ajudar pequenos empreendedores, Cristina Carolino começou a MySocialShop focando em vendedores que já mantinham ou queriam montar uma pequena loja online. No entanto, com o tempo, a demanda do serviço por varejistas já estabelecidos cresceu tanto que a empresa precisou mudar de foco e está desenvolvendo aplicativos pagos para companhias que precisam de ferramentas mais avançadas.

E foi dessa dualidade de públicos que surgiram as principais estratégias do Kauplus, aplicativo criado pelos amigos Rafael Barbolo e Rafael Ivan Garcia. Diferente da LikeStores e da MySocialShop, o Kauplus não cobra comissão sobre os itens vendidos e de oferece uma API (também gratuita) para que clientes que já têm uma loja online em um site próprio possam integrá-la com a mantida no Facebook e criar recursos como buscadores de produtos, comparadores de preço e listas de presentes.

O presidente da Câmara-e Net acredita que o social commerce é uma evolução natural da própria prática do comércio, que sempre foi influenciada por relações sociais (offline ou online) e por trocas de sugestões e impressões sobre produtos e marcas. A internet e, especialmente, as redes sociais, potencializaram esse comportamento e aumentaram o contato entre empresas e consumidores.

Por isso, o presidente da Câmara-e Net diz acreditar que social commerce é mais do realizar transações dentro de uma rede social ou estar presente nesses sites – até porque, 90% dos brasileiros que compram pela internet já usam redes sociais. O desafio é os lojistas fazerem parte do ecossistema das redes e aproveitarem as particularidades delas para o comércio.

Ricardo Grandinetti e Gabriel Borges, criadores da LikeStore, concordam com essa visão e dizem que as lojas no Facebook são apenas o primeiro passo. “Por enquanto, levamos o e-commerce para dentro do Facebook e isso é muito interessante, pois os lojistas podem se valer do aparato e do potencial de alcance dessa grande rede para vender. Mas, futuramente, queremos levar as mídias sociais para dentro do e-commerce”.






COMISSÃO: 2% sobre cada item vendido
PAGAMENTO: Pelo MoIP, com taxa de 5,9%
DETALHES: Instalação e manutenção gratuitas. Para o lojista, também oferece ferramentas para controle de estoque, cálculo de frete e acompanhamento de pedidos, além de ajudar na divulgação da loja. Lançada em agosto, conta com mais de 4 mil lojas operantes.

“Entendemos social commerce como a exposição das ofertas do comércio eletrônico por meio das redes sociais.”
Ricardo Grandinetti, cocriador da LikeStore












COMISSÃO: Não cobra
PAGAMENTO: Pelo PayPal, com taxa de 5,6% + R$ 0,20
DETALHES: Lançada em dezembro, mantém cerca de mil lojas no Facebook. Com a Shop API, desenvolvedores podem criar aplicativos para e-commerce (como comparadores de produtos e listas sociais de presentes) e integrar lojas próprias externas com as mantidas dentro do Facebook.

“A tendência agora é a gamificação, que engaja usuários em ações com a lógica dos games. Estamos trabalhando para incluir isso no social commerce.”
Rafael Ivan Garcia, cocriador da Kauplus










COMISSÃO: 1,49% sobre cada item vendido
PAGAMENTO: Pagamento Digital, com taxas de 1,89% a 6,39%
DETALHES: Lançado em setembro, tem parceria com o Grupo Buscapé e possui mais de 500 lojas funcionando. Em abril, vai lançar o “Modo Revenda”, em que lojistas podem permitir que terceiros revendam seus produtos no Facebook e paguem comissão para eles.

“É necessário ter uma estratégia pensada para começar a operar dentro do Facebook. O lojista não terá só de fazer propaganda, terá de gerar conteúdo.”
Cristina Carolino, uma dos três criadores do MySocialShop





Fonte: Estadão.com.br
Por: Carla Peralva

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Estudo revela novos indícios sobre a Ressurreição de Jesus Cristo

SÃO PAULO - Segundo informou a agência Efe, um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.
"Também foi achada uma inscrição grega que faz referência à ressurreição"
'Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras', afirmou nesta terça-feira à Agência Efe o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.

O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010.

Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.

A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Agência Efe o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada 'por alguns dos primeiros seguidores de Jesus'.

'Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores', acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, 'The Jesus Discovery'.

O professor reconhece que suas conclusões são 'controversas' e que vão causar certo repúdio entre os 'fundamentalistas religiosos', enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.

Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário 'O Túmulo Secreto de Jesus', produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus.

Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro 'O Código da Vinci', de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.

 
Por: ESTADÃO - www.estadão.com.br

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Como ganhar Dinheiro com conteúdo Grátis na Internet

Especialistas debatem novos modelos e fontes de lucro na WEB

Modelos e oportunidades de negócio para quem quer viver da internet
A palestra “A cultura do grátis e do Freemium trabalhando a seu favor” foi um dos destaques do palco de Mídias Sociais da Campus Party 2012. Com a presença de Caique Severo (Portal iG), Jonny Itaya (Migre.me), Daniel Wjuniski (Minha Vida), Alexandre Canatella (CyberDiet) e com a mediação de André Forastieri (Portal Social Bubot), o debate buscou encontrar ideias para lucrar em um ambiente onde ninguém quer pagar por nada: a internet.

Foram mais de uma hora sob forte calor em que Forastieri provocou os convidados para que falassem sobre modelos e oportunidades de negócio para quem quer viver da internet. Jonny Itaya começou a conversa criticando a cultura do usuário brasileiro. “Parece que é uma ofensa ganhar dinheiro ou pagar por alguma coisa. Se você coloca uma publicidade, as pessoas te criticam e te chamam de ganancioso, mas também ninguém quer pagar por conteúdo”.

Para Wjuniski, essa cultura vem da época da bolha da internet, criada no final dos anos 1990, quando a valorização das empresas era baseada no número de usuários e não na receita. “A cultura de usuário foi criada no momento em que a receita não era valorizada. Isso gerou uma grande evolução na internet, que precisou se adaptar há um modelo gratuito. Por isso, a questão não é ter conteúdo de graça, mas aprender a valorizar o entorno”.

Nesse ponto, Severo destaca o acordo feito pela Apple com as gravadoras – de vender músicas por US$ 0,99 – como uma solução para estimular os usuários a consumirem conteúdo original. “O que a Apple fez foi usar o poder da plataforma de distribuição dela, no caso o iPod, o iTunes e o Mac, para criar um modelo que, mesmo sem ter feito 100% das pessoas pagarem, facilitou a vida daquelas que gostariam de financiar o conteúdo original”.



O problema desta indústria, segundo ele, é que muitas obras ainda são lançados com restrições territoriais. “Em um mundo conectado em rede como o atual, não faz mais sentido lançar produtos culturais com licenciamento territorial. Isso acaba resultando em dilemas: devo baixar o pirata ou esperar três meses para assistir a série? Essa estrutura precisa ser mudada pela industrial cultural porque estimula o acesso ao conteúdo ilegal”.

REVOLUÇÃO SEXUAL

Entre as formas de lucrar na web, também foi discutido um modelo que tem emergido como uma forma concreta de viabilizar negócios: o Freemium, cuja premissa é oferecer conteúdo grátis ao usuário enquanto cobra-se um preço por recursos mais avançados e especiais.

Forastieri arrancou risos da platéia ao comparar o modelo com a revolução sexual. “Antes, para um homem levar uma mulher para cama precisava ter um bom emprego e a aprovação do pai da moça. Depois da invenção da pílula, as pessoas dão uma experimentadinha e no dia seguinte dão outra. Com o Freemium é a mesma coisa. Meu filho de 8 anos joga um troço diferente todo o dia e quer que eu faça a assinatura de todos. É uma 'putaria' absoluta”, disse.

Para Wjuniski, as empresas devem fazer testes para estudar como funciona o comportamento do usuário no Freemium, uma vez que o modelo não precisa ser mais discutido. “Trata-se de um padrão já consolidado e que também existe no offline. Para andar na rua é de graça, para andar de taxi é pago. O principal é fazer a conta fechar. A empresa que tem qualidade e consistência consegue, a que não tem fracassa. Assim como em qualquer modelo no mundo”.


Publicidade Online
Perguntado se ainda é difícil manter um site só com publicidade, Severo disse que sim, mas que o mercado está crescendo 30% ao ano. “São números muito bons. Quase nenhuma indústria cresce nessa proporção. E quando olhamos para o mercado brasileiro, com expectativa de atingir 120 milhões de usuários online até 2015, vemos que este só é o começo na brincadeira. Têm muitas empresas brigando pela mesma grana no Brasil hoje”.

Forastieri lembrou que o valor dado ao internauta ainda é bem inferior ao de outros leitores. “Se tiver um milhão de caras lendo um jornal, isso vale muito dinheiro, mas se tiver um milhão de caras lendo a home de um portal, isso já não vale tanto assim”.

Sobre isso, Severo concordou e disse de tratar de uma percepção de valor errônea, mas com prazo de validade. “Boa parte das pessoas que ocupam cargos de chefia da área de marketing são de uma geração que cresceu comprando jornais e assistindo TV. Na medida em que a geração da internet ocupar esses cargos, essa mentalidade irá mudar”.

Outro modelo discutido durante o debate foi o de doações praticado pelo Wikipedia, que vive sem publicidade e precisa do apoio da comunidade dos usuários. Para Severo, o valor do produto na internet é determinado pelos que o acessam e não por aqueles que o geram. Sendo assim, o usuário paga o quanto ele enxerga de valor no produto.

No final, os palestrantes deram as seguintes lições para a platéia e aspirantes a empreendedores: contratar um bom advogado, trabalhar muito e saber fazer conta. “Se você não consegue fazer as contas da sua empresa numa calculadora de botão grande, caia fora”, concluiu Forastieri.

Fonte: MSN Tecnologia
Por: Pedro Sirna

Físico prevê o fim dos Computadores

Renomado cientista americano projeta o mundo nos próximos 30 anos

O físico teórico Michio Kaku, professor da Universidade de Nova York e co-criador da "Teoria das Cordas", afirmou que o computador como o conhecemos hoje terá desaparecido em 2020. “No futuro, eles estarão em todos os lugares e em lugar nenhum”, disse o cientista durante palestra realizada na Campus Party em 11 de fevereiro.

Michio Kaku, em palestra na Campus Party 2012


Na ocasião, Kaku fez um exercício de futurologia mostrando como será o mundo nos próximos 30 anos. Segundo ele, tanto os computadores como a internet serão como a eletricidade é hoje. “Ambos estarão presentes nos tetos, no subsolo, nas paredes e nos aparelhos”, afirmou.

O professor da Universidade de Nova York foi além e disse que a internet estará nos óculos e nas lentes de contato das pessoas. “Você será capaz de ver todas as informações biográficas de um individuo só olhando para ele. Encontrar sua alma gêmea será tarefa fácil”, brincou.

Outra revolução que está a caminho é na área da medicina. Kaku afirmou que, em um futuro próximo, a tecnologia levará o homem a um estado perfeito de saúde. Segundo ele, o câncer irá desaparecer. "Escrevam isso: a palavra tumor não mais existirá na nossa língua".

Na visão do físico, as pílulas terão chips e microcâmeras que escanearão o corpo humano por dentro. Uma vez localizada a ameaça, nano-robôs serão introduzidos para combater o câncer célula por célula sem a necessidade de cirurgias ou intervenção direta dos médicos.

Kaku também acrescentou que o câncer e outras doenças serão diagnosticadas com anos de antecedência graças a vasos sanitários que monitoram a saúde. “Os banheiros serão equipados com inteligência artificial capaz de analisar os resíduos corporais e identificar o surgimento de uma doença com muita antecedência. Neste futuro, Steve Jobs não teria morrido”, enfatizou.

Fonte: MSN Tecnologia
Por: Pedro Sirna

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Grifes Evangélicas lucram com público segmentado

Peças 'direcionadas' evitam decotes, transparências e saias curtas.
'É preciso conhecer o público alvo', aconselha especialista.


Em meio ao competitivo mercado da moda, a confecção de Fabrício Guimarães Pais tem visto sua produção crescer cerca de 20% a cada ano. O segredo do empresário foi encontrar o público certo.

“Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável”, diz Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, instalada no Brás, tradicional centro de compras da capital paulista, e que hoje fabrica 30 mil peças por mês e lança de 100 a 200 modelos diferentes em cada coleção.

Fabrício Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, que, no início, vendia apenas 'modinha' (Foto: Anay Cury/G1)

Assim como Pais, empresários do ramo de confecção têm investido cada vez mais na moda evangélica, atendendo à mulher que antes tinha de procurar em lojas não especializadas roupas que correspondessem ao estilo exigido pela maioria das igrejas: mais comportado, porém, não menos sofisticado.

"A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. (...) Todo mundo tem um pouco de medo de fazer um foco só, direcionado, e a roupa não vender. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, conta Pais.

 
Nas mãos dessas confecções brasileiras, o que poderia ser encarado como limitação se transforma em estímulo para criar peças cada vez mais modernas, sem deixar de obedecer às regras de vestimenta dos evangélicos, que, embora tenham algumas variações, dependendo da igreja, vetam calças, decotes e transparências. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, com base no Censo de 2000, a população de evangélicos do país era de 26,18 milhões.


Outros empresários viram na necessidade da própria família uma oportunidade de negócio. Sabendo que a principal queixa das mulheres era encontrar roupas adequadas às exigências, mas com estilo, Laerte de Oliveira Tolentino entrou no ramo de moda evangélica e viu sua equipe crescer de 20 para 250 funcionários diretos e indiretos em dez anos. Dono das grifes de moda evangélica Applausos e Via Toletino, de Maringá, no interior do Paraná, o empresário agora tem planos de expandir seus negócios, melhorando seus pontos de venda, que hoje estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, e na qualidade dos produtos.


"A necessidade de segmentação vem se intensificando nos últimos anos. As mulheres evangélicas tinham muita dificuldade para conseguir roupas no estilo que precisavam e desejavam, porque a mulher evangélica também quer ficar bonita, na moda, quer frequentar os cultos bem vestidas. Ser vaidosa não é negativo”, diz Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação na área de Comunicação da ESPM, especializada em estudos sobre o público feminino.

A cantora Damares é um exemplo de evangélica que gosta de se vestir bem e estar na moda. "Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos", conta.

Diante da dificuldade de encontrar roupas em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a auxiliar de SAC Leila Silva Fonseca, 28 anos, se desloca para São Paulo atrás de roupas que atendam a seu gosto. “Por ser pastora de uma igreja evangélica, tenho que estar sempre bem vestida e elegante, e as lojas que existem hoje em dia não estão adequadas a este perfil. Por isso, quando vou comprar, vou até São Paulo para comprar roupas de grife. Já comprei roupas de outros tipos de marca, mas há aproximadamente um ano, só compro roupas e sapatos de marca [evangélica]”. Para Leila, a vantagem dessas roupas está na confecção e no acabamento, “deixando a roupa mais confortável e elegante".

Pensando nisso, Ivone Pizani Gonçalves abriu uma das primeiras confecções especializadas em moda evangélica, a Raje, que também fica na região do Brás. Evangélica, Ivone sempre trabalhou no ramo, costurando ou revendendo roupas, até decidir se especializar em moda feita especialmente para esse público.

“Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”, relata Ivone, que, no início, contava apenas com seus dois filhos e hoje, entre as equipes de venda, de criação, de corte e acabamento final emprega 30 pessoas diretamente.
Ivove Gonçalves é dona da Raje, uma das mais antigas confecções de moda evangélica em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)
Na Raje Jeans, o carro chefe são as saias, que custam de R$ 39 a R$ 45 e recebem no tecido aplicações de muitos detalhes. “A moda evangélica não proíbe nada de acabamento que não seja escandaloso. Hoje, as moças evangélicas querem sempre estar dentro da moda. Podem estar discretas, mas com a cor da moda, por exemplo. Qualquer tipo de roupa que esteja sendo usada, que é lançado por estilista famoso, que está na mídia, pode ser usada, sem problema nenhum. Tudo é permitido desde que [ela] não esteja usando uma roupa muito curta, uma calça comprida, uma roupa sem manga e decotada”.

Na busca por estampas e cores que estarão nas lojas nas próximas estações, as equipes de estilistas das confecções viajam a feiras de moda em outros países e participam de todas as semanas de moda realizadas no Brasil.
Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda
festa em experiências anteriores
(Foto: Anay Cury/G1)
A gente faz uma pesquisa ampla de estamparia, de tecido para adaptar à moda evangélica. Buscamos inspiração em Fashion Week, em feiras do setor. Eu ando muito, então, vou vendo o que está acontecendo no dia a dia, nos filmes, nas músicas, até nos jornais”, disse o estilista Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em suas experiências anteriores.

Hoje, os três principais canais de venda das confecções evangélicas são lojas físicas, revenda e internet, cuja procura tem sido cada vez maior. “Pela internet, economizo tempo e adquiro peças que geralmente não encontro por aqui. Nem sempre os tamanhos dão certo, mas, no meu caso, sempre encontro alguém em que caiba e nunca devolvi nenhuma peça”, disse a policial civil Maria de Fátima Costa da Silva, 51 anos, de Natal (RN).

Isabel dos Santos Ramos, 35 anos, veio pela segunda vez a São Paulo para comprar roupas evangélicas e revendê-las no interior do Acre. “Compensou muito na primeira vez. Fiz um teste e agora voltei cheia de encomendas”, disse a revendedora, acompanhada da amiga Maria Aparecida Gusmão da Silva, 55 anos, que mora na capital paulista e a levou para “os melhores lugares”. “Me sinto muito mais à vontade”, diz.

Thais Cristina Barbosa, 26 anos, é de Osasco, região metropolitana de São Paulo, trabalha com moda evangélica há quatro anos e meio e revende roupas de oito marcas. No início, trabalhava sozinha. Porém, teve de pedir ajuda para o marido e para a irmã. No primeiro mês em que começou a vender, tinha cinco clientes e, um ano depois, esse número já tinha subido para 180.

Do total de clientes que Thais atende hoje – ela não revelou o número – 10% não são evangélicas. E é esse filão que muitas empresas também querem atingir. “São mulheres que trabalham em banco, escritório, por exemplo, e que querem roupas bonitas, mas mais discretas, na altura do joelho.” “É muito difícil achar coisas que sejam discretas, mas de bom gosto. Eu mesmo passei por isso no início. Agora não, uso as roupas que gosto e faço até marketing”, conta.

Como as roupas costumam cobrir ombros e pernas, muitas mulheres que usam tamanhos grandes e que, independentemente de serem evangélicas ou não, não gostam de mostrar os braços, por exemplo, têm recorrido aos modelos desse tipo de moda. “Às vezes, as clientes entram aqui, se apaixonam por um vestido e só quando vão pagar é que veem que a loja é de moda evangélica”, afirmou Fabrício Pais.

Tamanho aumento da quantidade de confecções que estão sendo abertas – ainda não há dados oficiais -, muitas empresas chegam a se queixar e até começam a reduzir a produção neste início de ano. É o caso da Clara Rosa Moda Evangélica, de Cianorte, no interior do Paraná. “A procura é grande no setor, mas nós não crescemos de 2010 para 2011. Mantivemos o faturamento, porque houve um reajuste de preços, mas não crescemos”, afirma o diretor Aparecido Martins de Lima.

Riscos
Antes de abrir um negócios, por mais interessante que possa parecer, é preciso antes de tudo estudar o público alvo e desenvolver um plano de negócios, principalmente em moda, de acordo com Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada.”

Consumidora observa modelos de moda evangélica na região do Brás, em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)
Para os próximos anos, a coordenadora da pós em Comunicação da ESPM afirma que o universo infantil deverá ganhar mais atenção da moda evangélica. “Era uma coisa muito necessária [a moda evangélica]. Cresceu e vai continuar crescendo”, diz Selma.


 Fonte: Site G1